Robótica

Glossário de robótica

AGV

Veículo guiado automaticamente; plataforma móvel que costuma seguir rotas ou marcadores predefinidos.

AMR

Robô móvel autônomo; usa sensores e mapas para navegar com maior flexibilidade.

Cobot

Robô com recursos que podem permitir operação colaborativa após análise de risco da aplicação.

End effector

Ferramenta instalada no punho, como garra, soldador ou câmera.

Payload

Carga máxima que o robô manipula nas condições declaradas.

Reach

Distância de trabalho disponível para o braço robótico.

Repeatability

Capacidade de retornar de forma consistente a uma posição ensinada.

Machine vision

Câmeras, óptica e software usados para inspecionar ou orientar ações.

Force/torque sensor

Sensor que mede forças e momentos de contato.

SLAM

Localização e mapeamento simultâneos; cria o mapa enquanto estima a posição.

Fleet manager

Software que coordena tarefas, tráfego e recarga de robôs móveis.

Digital twin

Representação digital usada para simular equipamento ou operação.

Robot foundation model

Modelo amplo treinado para apoiar múltiplas tarefas ou corpos robóticos.

VLA model

Modelo visão-linguagem-ação que conecta imagens e linguagem a ações.

Teleoperation

Controle humano remoto de um robô.

Learning by demonstration

Treinamento de um robô por exemplos de uma tarefa.

Inference

Execução de um modelo treinado para gerar previsão ou ação.

Edge computing

Processamento próximo ao robô ou à operação, em vez de apenas na cloud remota.

Functional safety

Disciplina de engenharia que garante resposta previsível das funções de segurança a falhas.

Risk assessment

Análise estruturada de perigos, exposição, gravidade e medidas de proteção.

OEE

Eficiência Global do Equipamento; combina disponibilidade, desempenho e qualidade.

RaaS

Robótica como Serviço; modelo comercial de pagamento recorrente ou por uso.

Perguntas frequentes

Um cobot sempre trabalha sem proteção?

Não. Recursos colaborativos não tornam toda aplicação segura sem proteção. Ferramenta, velocidade, carga, peça e contato exigem análise de risco.

Humanoides estão disponíveis comercialmente?

Algumas plataformas podem ser compradas ou contratadas; outras continuam protótipos ou pilotos. Disponibilidade não equivale a capacidade comprovada para uma tarefa.

Vídeo impressionante comprova autonomia?

Não. Verifique se a tarefa foi autônoma, programada, teleoperada, controlada ou editada e peça evidência operacional contínua.

Quando AMR é melhor que AGV?

Quando flexibilidade de rotas e navegação dinâmica agregam valor. Rotas estáveis podem favorecer abordagens mais simples.

Onde entram as GPUs?

Treinamento, simulação, dados sintéticos e, cada vez mais, inferência na borda. A arquitetura segura ainda precisa de proteções determinísticas.

O que medir no piloto?

Produtividade, qualidade, segurança, intervenções, disponibilidade, recuperação, integração, manutenção e custo operacional total.

O que importa no Brasil?

NR-12, importação e tributos, possíveis exigências de INMETRO ou ANATEL, LGPD e capacidade local de integração e suporte.

A Wisia representa as empresas listadas?

Não há representação ou parceria implícita. Os perfis são referências editoriais independentes, salvo declaração explícita no site.